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102   ^aPT
200 1 ^a<Uma >Linha de Torres^ea história de uma resistência^fEmílio Miranda
210   ^aLisboa^cAlfarroba^d2012
215   ^a100 p. ;^d21 cm
320   ^aContém bibliografia
330   ^aFace à iminência de uma 3.ª invasão pelas tropas de Napoleão, Wellington elaborou em 1810 um plano de defesa de Portugal assente em 3 pontos: a edificação de uma linha de fortificações a norte da península de Lisboa - as Linhas de Torres Vedras -, retirada da população da Beira e da Estremadura para a retaguarda das fortificações, e a destruição de todos os meios de subsistência e de meios de produção que pudessem permitir às tropas francesas subsistirem na região. Wellington contava para o sucesso do seu plano com o nacionalismo do povo português ao qual pediu o sacríficio de se arruinar e de arruinar o país para o salvar das garras da águia francesa. O estado de devastação em que se encontrou Portugal após a retirada dos franceses, em Março de 1811, mostra a violência intrínseca a um tal plano, sem dúvida genial se considerado do ponto de vista da arte das fortificações, mas na concepção do qual a dimensão humana não foi tida em conta. Fonte: Wook
606   ^aLiteratura portuguesa^xRomance
675   ^a821.134.3-31
700  1^aMiranda,^bEmílio,^f1966-
856   ^uhttp://www.bibliotecasobral.com.pt/BiblioNET/Upload/images/indices/indice84388.pdf^zClique para ver índice
859   ^uhttp://www.bibliotecasobral.com.pt/BiblioNET/Upload/images/imagem84388.jpg
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