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010   ^a978-0-04483-9
021   ^aPT^b356989/13
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200 1 ^aRevolução paraíso^fPaulo M. Morais
210   ^aPorto^cPorto Editora^d2013
215   ^a359 p. ;^d24 cm
330   ^aEnquanto nas ruas se decide o futuro de um pas, na tipografia de Adamantino Teopisto vive-se um misto de enredo queirosiano, suspense de um policial e ternura de uma novela: com sabotagens, amores proibidos e cabeas a prmio; tudo num ambiente de revoluo apaixonado.O rebulio generalizado tem repercusses no alinhamento do jornal e no dia a dia das gentes de So Paulo e do Cais do Sodr. A revoluo  o tpico das conversas nas tascas, nas ruas, no prdio da Gazela Atlntica, contribuindo para o exacerbar das tenses latentes entre o patro Adamantino e os funcionrios. A vivacidade de uma estagiria, as manigncias de um ex-PIDE foragido, os comentrios de um taberneiro e as intromisses de um proxeneta e de uma prostituta, agravam ainda mais a desordem ameaadora que paira no ar.Nada foi igual na vida dos portugueses aps a Revoluo dos Cravos. Nada foi igual na vida da "famlia" Gazela Atlntica aps o 25 de Abril. Fonte: Wook
606   ^aLiteratura Portuguesa^xRomance
675   ^a821.134.3-31
700  1^aMorais,^bPaulo M.^f
859   ^uhttp://www.bibliotecasobral.com.pt/BiblioNET/Upload/images/imagem84536.jpg
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