003 http://catalogolx.cm-lisboa.pt/ipac20/ipac.jsp?&profile=rbml&uri=full=3100024<U+007E>!421022<U+007E>!0
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102   ^aPT 
200 1 ^aFalésia^fVítor Nogueira
210   ^a[Porto]^cAssírio & Alvim^d2019
215   ^a145 p. ;^d24 cm
330   ^aNum consultório, em pleno transe hipnótico, Carlos Noronha é o narrador improvável de uma história que atravessa gerações. Nos anos quarenta, durante a Segunda Guerra Mundial, chega à Ericeira Otto Seelig, vinte e quatro anos de idade, apátrida nascido em Berlim em 1919, refugiado, fotógrafo. Muitos anos mais tarde, também na Ericeira, Marta Almeida instala-se na Pensão Miranda procurando obter informações sobre um avô paterno que nunca conheceu. As pistas de que dispõe são escassas e são já poucos os que conservam uma memória daqueles tempos. Neste romance surpreendente, Vítor Nogueira visita uma época marcante na história do século xx e os traumas que uma insólita mas não inverosímil sucessão de acontecimentos pode provocar em várias gerações. «Houve um tempo em que eu estava apaixonada por esse homem. E ríamo-nos muito e éramos felizes. Tanto quanto se consegue ser feliz com a sombra da guerra ao longe. Porque ele era um refugiado, Marta, certamente já percebeu. Um refugiado entre muitos que chegaram à Ericeira, um judeu nascido na Alemanha. A guerra faz dos tronos cadafalsos e dos louros faz ciprestes e das vitórias despojos. Foi com ele que aprendi.» Fonte: Wook
606   ^aLiteratura portuguesa^xRomance
675   ^a821.134.3-31
700  1^aNogueira,^bVítor,^f1966-^3AU05291
856   ^uhttp://www.bibliotecasobral.com.pt/BiblioNET/Upload/images/indices/indice88346.pdf^zClique para ver índice
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